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Abril termina com muitos céus - nublados, brilhantes ou carentes...
Mas na terra muita confusão entre os crédulos e incrédulos, carinhos e açoites, sarcasmos e elogios, sexo e orações, pastores e padres, crianças e adultos... enfim, o caos como limite. Separei para mim um cantinho bem egoista de ver e gostar de mim e dos que admiro e gosto, e um enorme espaço para não gostar dos "espertos".
Olhar para o céu pode ser para agradecer ou para ver se alguma coisa não está caindo em cima de você...
Ter só um leitor ou ter mais de mil leitores não faz grande diferença pra quem escreve de vez em quando. A cobrança é a mesma. No meu caso deixo a dúvida se tenho só o meu irmão como leitor ou se tenho milhares de leitores que cobram minha frequência. O caso é que minhas janelas apontam para muitos lados. Inclusive pro dois lados que o sol é importante: quando nasce e quando morre. E minha inspiração para computar fica presa na minha disposição de aceitar a sacanagem dos "serviços" que nos prestam a troco da sacanagem dos serviços...
Por enquanto, abrir minhas janelas para olhar para os horizontes que nascem e morrem ainda não são pagos ao governo federal e seus sindicatos e conselhos.
Aguardando inspiração não é só um mote, é verdade...