Quantas voltas, nós confusos.
Intrusos rompantes que me levam.
Que seja assim...
Nós, em artérias.
Nós, em misérias humanas, que eu
descubro, desato, depois aniquilo dentro
de mim, que seja assim...
Quantos labirintos, instintos, códigos
Na cabeceira dessa vida, sem "nós".
Eu sou por mim, um caminho sem volta.
Eu sou assim... jasmim e espinhos nesses
meus cantos, nesses meus espantos.
E esse poema que grita, regurgita os
meus temores...
É translucido e transloucado.
Tenha cuidado, ao ultrapassar
meu jardim...
LuciAne 16/04/2008
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